quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Ah, se tudo fosse recíproco!

...A beleza acreditaria nela.


terça-feira, 7 de setembro de 2010

Esquerdo ou direito?

Só no princípio do século XIX é que se generalizou a ideia de que
devia haver uma forma de sapato para o pé esquerdo e outra para
o pé direito.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Chegaram as estrangeiras.


Há para todos os gostos. Tenham cuidado com o casais de meninas
"icebergue": Pensam que estão a seduzir a ponta agradável à vista
e acordam ao lado da parte que estava escondida.

sábado, 4 de setembro de 2010

Não se deve confundir...

...Uma boazona que dá nas vistas com uma jeitosa pugilista.




sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Conversas porcas

Falso alarme. Com este título pensei: vou atrair a atenção de adolescentes
borbulhentos que se querem rir com uns palavrões fáceis de reproduzir
nas casas de banho do liceu, ou algum sociólogo ou até um linguista ávido
de matéria prima para a sua tese. Em vez disso tenho a sua visita, uma
pessoa até comme il faut. Para a semana vai haver um post chamado
"diálogos suinos", e então aí, sim! Vai haver javardice e comentários brejeiros.
Salte uma semana e volte quando voltarmos ao nosso ambiente
bon chic, bon genre.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Não se deve confundir...

...Contos de Reis com Euros de fábulas.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Reiser: o poder dos gatafunhos

Em Portugal poucos conhecem Jean-Marc Reiser, um desenhador
e argumentista francês. Infelizmente falecido em 1983, deixou no
entanto uma obra vasta e que influenciou muitos desenhadores em
todo o mundo, especialmente em Espanha e no Brasil. Alguns desses
admiradores não hesitam em plagiar o seu estilo de forma descarada.
O seu estilo... eram gatafunhos. Reiser já tinha trabalhado para a
revista Hara-Kiri e para o Echo Des Savanes quando se juntou à
equipa do Pilote, na altura sob a redacção de René Goscinny.
A sua função era de escrever guiões para outros desenhadores.
Em vez de lhes apresentar um script dactilografado, apresentava
as pranchas gatafunhadas com as suas personagens e ao princípio
funcionou assim. Goscinny, ao aperceber-se da força que tinham
aqueles esboços, e que ao fim de contas perdiam vida no traço mais
acabado dos outros desenhadores, decidiu publicar os gatafunhos
de Reiser: Foi um sucesso. É um facto que muitos esboços guardam
mais expressão do que o desenho final.
Jean-Marc Reiser (1941-1983)