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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eu gosto de ti, tu é que não gostas de mim.

E ela respondeu:
"Eu gosto, tu é que não gostas."
Já não sei em que filme português com o Vasco Santana
(A canção de Lisboa, talvez?) um casal de namorados
entretinha este dialogo amoroso sentado num banco de jardim.
Já o Fernando Pessoa dizia que as cartas de amor são ridículas.
Que dizer então das conversas entre namorados!
(Do género: "se eu morresse ficavas triste?")

segunda-feira, 1 de março de 2010

As conquistas de Afonso Henriques

Afonso Henriques foi um conquistador de territórios mas
também um conquistador de corações. Além das quidam
que não ficaram registadas na História, podemos mencionar
as mais famosas conquistas de Afonso: Dª. Flâmula, a grande
paixão galega, Dª. Mafalda, a esposa leal mas cuja vida foi
curta e Dª. Elvira, a companheira dos últimos anos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Matemática, meu amor / Mathématique mon amour


-Ilustração do ano passado para um livro de matemática-
O grande Jacques Brel disse certa vez ter passado ao lado
das mulheres no sentido de nunca as ter percebido. Eu posso
dizer o mesmo da matemática. Há uma beleza fascinante
naquela lógica que explica o mundo através dos números.
Lamento agora pena não ter aprofundado esta ciência
(talvez por estar tão virado para a Arte). Voltando ao Brel,
ele não poderia ter sido grande aluno de matemática, pois
as mulheres e a matemática partilham muita coisa:Curvas
promissoras de dores de cabeça em esquemas que só lembra
o Diabo, problemas simples que pedem equações complicadíssimas
e algoritmos complicados que se resolvem com o mais simples
bom senso. A Matemática: não a compreendemos totalmente
mas não podemos viver sem ela!
-Illustration pour un livre de Maths de l'année dernière-
Le grand Jacques Brel a dit un jour être passé à côté des
femmes, de ne pas les avoir totalement comprises. Je puis
dire la même chose des Mathématiques : il y a une beauté
fascinante dans cette science qui interprète le monde avec
des chiffres. Je regrette aujourd'hui ne pas avoir accordé
plus d'attention aux maths. (Trop enclin à l'Art, sans doute).
Quant à Brel, il ne devait pas avoir la bosse des maths non
plus, car il y a tant de choses communes entre la Femme et
cette science : des courbes de diagrammes sinueux qui
annoncent les maux de tête, des problèmes simples qui
demandent des équations tortueuses et des algorithmes
compliqués qui se résolvent avec le plus simple des bons
sens. Les Maths : on ne les comprend jamais totalement,
mais on ne peut pas vivre sans elles !

domingo, 15 de novembro de 2009

Rapariga em flor.

Todos nós tivemos um amor de infância, alguém cuja simples
presença nos fazia corar e agir como um perfeito idiota. A minha
maga desses tempos tinha sardas no nariz e tocava Beethoven.
Não me cansava de ouvir "Für Elise" tocado pelos dedos adoráveis
daquela rapariga em flor.

Jeune fille en fleur/ Blossom girl