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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Manifesto Anti-Dantas

Cartaz para a DGLB na ocasião do centenário da República Portuguesa.
Será difícil de perceber o sentido sem conhecer o texto original
do Almada Negreiros. Convido assim a procurar esses texto escrito
a vitríolo e cujo alvo era Júlio Dantas, o tal da "Severa" e da "Ceia
dos cardeais". Ainda hoje é difícil encontrar uma tal dose de escárnio
e de ousadia criativa num texto moderno. Os jovens de hoje bem que
podem tomar exemplo neste texto "velhinho"(1916) que ainda limpa
o rabo a muitos dos fedelhos " sê-original" de hoje e assoa o nariz à maioria
dos "não-sejas-conformista" dos anúncios para camelo consumir.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Cartaz para a DGLB

Podem ver os cartazes patrocinados pelo ministério
da cultura (e pela sua encantadora ministra) aqui
O meu tem por tema o modernismo.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Ministra da Cultura na apresentação oficial da Exposição «Letras e Cores, Ideias e Autores da República»




Na minha lista de coisas a fazer um dia tinha lá o item: "Beijar
uma ministra". Já posso retirá-lo da lista. E logo me calhou
a responsável pela cultura que (sorte a minha) é a figura mais
bonita que temos no governo. Foi assim inaugurada a exposição
dos cartazes comemorativos da implantação da República na
qual eu participei com uma prancha de banda desenhada. Esses
cartazes irão estar em todos os municípios do país, bibliotecas
e outros locais institucionais. Foi catita!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Autores da República

Há cerca de três meses atrás a DGLB lançou o desafio a dez
artistas portugueses para que cada um deles fizesse um cartaz
sobre a República em vista a uma exposição comemorando
o centenário da velha senhora. Cada artista utilizaria a sua
técnica de predilecção para tratar um tema republicano
indicado pela organização. Foi-me dado a "pasta" da BD
para interpretar um texto do Almada Negreiros altamente
violento e subversivo: O Manifesto anti-Dantas.
Fiz por incluir alguns dos símbolos presentes no texto original
assim como a onomatopeia de que ele usou e abusou. Por fim
espero ter conseguido dar o ar de derisão e ter mantido algum
do espírito sarcástico e corrosivo do autor.
Uma prancha que me foi muito agradável concluir. Mesmo
que não apreciem BD, estaram lá outros nove cartazes com
outras técnicas de de desenho e pintura que valerá a pena ver.
Vai lá estar a ministra da cultura e se calhar até vamos ter
direito a uns acepipes pagos pelo governo.

Detalhes da apresentação no convite.