sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Intolerável discriminação!
Interrogados sobre os seus hábitos de leitura, 80% dos portuguesesconfessam dar uma vista de olhos no jornal somente para ler as gordas.
Parece assim que as gordas são mais acessíveis do que as magras.
Será que são mais fáceis? Estamos à beira do insulto. E o que se passa
com as magras? Não valem a pena folhear? Nem em bold? A partir de
agora proponho que já não haja gordas nem magras nos jornais portugueses.
Passam a ser todas itálicas. Haverá as itálicas rechonchudas e as itálicas
delgadas.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Mitos urbanos - O elevador com vontade própria.

Quem é que já não ficou entalado dentro de um elevador durante
um apagão? A sensação pode variar do simples desconforto ao
súbito ataque de claustrofobia. Os elevadores, também chamados
"caixões verticais" já causaram muitos sustos inclusive no mundo
do cinema. Recentemente até os parques de atracções como a
Eurodisney têm o seu elevador da morte. Estar fechado dentro de
uma caixa e com a vida presa a um fio (é um cabo!), pode dar
vontade de começar a arranhar as paredes do elevador e a babar
espuma caso este avarie e nos deixe sem resposta no telefone
de urgência. Muita gente particularmente receosa costuma
experimentar o botão de alarme mesmo antes de pôr o elevador a
funcionar para ver se não está lá só "para inglês ver". Há um
relato recente de uma senhora idosa que começou a escalar os
doze andares de escadas do seu prédio quando soube que os cabos
que suspendem o seu "Otis" provinham da china.
O elevador também é palco da anedota mais estúpida que conheço:
"O que é verde, redondo, e que sobe e deixe?... uma ervilha
dentro de um elevador".
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Partida da familia real da Ericeira

Já não era a primeira vez que a família real portuguesa era obrigada
a deixar o território nacional para o exílio no estrangeiro. Já D.João
o tinha feito antes. Mas em 1910 o feito era mais triste pela simples
razão de que o acontecimento era provocado pelo próprio povo do
monarca. Partir do seu próprio país contra a sua vontade e sem saber
se algum dia se poderá voltar é um dos castigos mais pesados para
alguém que ama a terra dos seus antepassados. É uma pena que só
deveria ser imposta a um traidor à pátria. Não acontece só à realeza.
Tomemos o exemplo da França cuja História é rica em exemplos
deste tipo. Vou lembrar dois casos bem diferentes com duas pessoas
que nada têm a ver uma com a outra: O general DeGaulle e o cantor
Michel Polnareff. Em 1968, o general DeGaulle, então presidente
da República, assustado pela revolta estudantil chamada de "68",
foge do seu país sem sequer avisar o seu primeiro ministro da época,
Georges Pompidou. O mais curioso é que a terra que escolheu para o
seu "recolher estratégico" é precisamente o qual provocou o seu exílio
uns anos antes durante a segunda guerra mundial, a Alemanha.
Irónico, não? Durante a década de 70, o cantor popular Michel Polnareff
foi banido de França por ter colocado nos muros da capital um cartaz
promocional do seu espectáculo ao vivo onde aparecia vestido de mulher
levantando a saia onde deixava ver parte do rabo perfeitamente depilado.
Hoje quando se pensa no que se faz e no que se diz de maneira impune,
até dá para rir. No seu exílio americano, escreveu uma das suas canções
mais bonitas, "Lettre à France" onde chora a saudade do seu País.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
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