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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Cena medieval


Um cena do século 13 para um livro de História.
O desenho didáctico tem destes desafios: Há certos elementos
que têm de aparecer na ilustração para condizer com a descrição
do texto. Por vezes torna-se um quebra-cabeças "arrumar"
tudo num certo ângulo e continuar a respeitar as leis da
perspectiva. Quando o trabalho fica pronto, não se percebe bem
onde houve dificuldade. Cristóvão Colon explicou isso com um ovo.
Até mesmo pintores já consagrados têm por vezes a angústia
da tela branca. Salvador Dali falava mesmo de "luta" contra a tela.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Colon navegador português ou cardador genovês?


Ainda há pouco os americanos descobriram um documento que
prova que afinal a descoberta da Austrália pelos europeus se
deve aos portugueses. Que a pátria portuguesa tem sido despojada
ao longo dos séculos dos louros que outros países menos tímidos
não hesitaram em reclamar, não tenho eu dúvidas. A culpa até
será nossa. Portugal parece estar sempre envergonhado; Parece
ter medo de incomodar. Se um estrangeiro diz algo de agradável
sobre o nosso país, reagimos como um cachorro a quem fizeram
uma festa. Aceitamos tudo. Depois dizem que somos hospitaleiros.
Estou totalmente convencido que Cristóvão Colon foi um
navegador português. Houve talvez um Colombo italiano
mas era humilde cardador de lã e não foi de maneira nenhuma
casado com uma portuguesa de origem nobre, a Isabel Gonçalves
Zarco. Não vou aqui dissecar as provas do que já foi dito antes
de mim, até porque há gente bem mais competente para fazê-lo.
Apenas quero mencionar pessoas como Mascarenhas Barreto
que vale a pena ler e divulgar para que um dia a opinião pública
comece a interessar-se.
Quando o Manoel De Oliveira se debruçou sobre o assunto
através do filme Cristóvão Colon- O enigma foi magistralmente
ignorado com um encolher de ombros embaraçado. Ainda há
poucos meses vi um documentário no canal História em que
nem sequer se pôs a hipótese do marinheiro ter sido português.
E andamos nós a pagar tv por cabo para nos impingirem uma
lavagem de cérebro propagandista.
Ah, se Salvador Fernandes Zarco, alentejano de Cuba,
pudesse falar!