Mostrar mensagens com a etiqueta O Fado ilustrado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta O Fado ilustrado. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

quarta-feira, 29 de junho de 2022

quarta-feira, 13 de abril de 2022

terça-feira, 15 de março de 2022

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

sábado, 26 de fevereiro de 2022

quinta-feira, 6 de janeiro de 2022

terça-feira, 11 de agosto de 2020

sábado, 25 de fevereiro de 2012

terça-feira, 2 de agosto de 2011

"The birth of a blog!"- In color where available


Convido-os a dar uma espreitadela ao blog dos meus amigos, que apesar
do que possa parecer, não vai ser sobre o álbum homónimo mas sim sobre
toda aquela época. Já que um deles passa o tempo a recolher desenhos que eu
não tenho espaço para guardar, vão poder seguir os meus rabiscos.

http://www.ofadoilustrado.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de julho de 2011

D. Carlos e o ultimato inglês



O rei e o o conde de Arnoso falam sobre o panfleto de Guerra Junqueiro.

Do álbum
"O Fado Ilustrado"

de Jorge Miguel.
Cores de João Amaral.
Editora Plátano

sexta-feira, 3 de junho de 2011

O Fado Ilustrado no Facebook

http://www.facebook.com/pages/O-Fado-Ilustrado/165379213524487?sk=wall

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O Fado Anadia


O Fado Anadia escrito pelo guitarrista José Maria dos Cavalinhos
e aqui cantado pela fadista Cesária.

Vinheta retirada do álbum O Fado Ilustrado.
As cores são de João Amaral

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Fotografias "a la minuta"(s)

Um leitor perguntou-me se na página 18 de O Fado ilustrado, a gerigonça
utilizada pelo polícia era um instrumento de tortura; Sim e não. Naquele tempo,
tirar o retrato a alguém implicava o sujeito estar sem se mexer durante longos
minutos. A nuca tinha de repousar em cima daqueles ferros para não parecer
desfocada. outro leitor perguntou se era um dos aparelhos do senhor Bertillon.
Com efeito o polícia francês Alphonse Bertillon inventou um processo de
identificação dos criminosos em que se usava também uma série de instrumentos
de aspecto rebarbativo. Não era aqui o caso. Esse métodos serão usados um
pouco mais tarde em Portugal para tentar encontrar um paralelo entre as
feições dos padres e as dos criminosos. Dá para rir. (Se bem que...)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

O Fado ilustrado - O processo criativo- (parte II)

Há poucos dias atrás, alguém me perguntou porque é que eu tinha
desenhado a rainha D. Amélia tão alta em relação ao rei D. Carlos,
e se era uma maneira de ridicularizar este último ou a própria
monarquia. Que nenni! diria a nossa rainha de origem gaulesa.
D. Amélia media 1m82 e era uma mulheraça. Como diria um
amigo meu do Porto, era uma toura. houve aliás alguns rumores
de que ela tardou em casar por não encontrar mais cedo um
príncipe que aceitasse de bom grado passar por meia-leca nas
cerimónias protocolares ao lado daquela figura colossal. O nosso
príncipe sabia bem que os portugueses não se medem aos palmos
e não teve problemas com isso. No álbum não pude falar de tudo
e tenho alguma pena não ter cavado mais sobre a atitude generosa
que aquela mulher teve perante o povo português mesmo depois
de ter sido banida. Sem conotações políticas, eu diria que ela merecia
um álbum só para ela.

N. do A. No Porto soube que abaixo da toura, existe a febra, e mais
pequena e mais delgada ainda, pode conviver com uma filete.

terça-feira, 12 de abril de 2011

O Fado Ilustrado - O processo criativo - (parte 1)



Foi finalmente publicado O Fado Ilustrado. Para quem esteve a par
dos acontecimentos sabe que o atraso da sua publicação se deveu ao
facto da pessoa que era suposta ajudar-me ter registado a obra em nome
dela acrescentando-lhe uns detalhes enfadonhos e desajeitados de novela
mexicana e ameaçando com o facto de ser advogada(?). Quis fazer chantagem
comigo e com a editora para incluir integralmente o seu lixo na obra.
Há galinha que cacarejam mas sem todavia porem o ovo.

Na altura ainda não tinha título. A minha ideia era criar um enredo
ligando várias personagens que tivessem todas vivido naquele tempo
e que por alguma razão estivessem ligadas. O fio condutor tinha-o mesmo
colado num poster na parede do meu atelier: "O FADO" do pintor
Malhoa. Quando soube que os modelos para aquela obra tinham sido
personagem reais, fez-se luz na minha mente: Ligar toda esta gente
toda: O meu escritor preferido, o Eça, o Ramalho, os outros Vencidos
da vida, grupo a que pertencia também o rei D. Carlos, o Grupo do
leão a que pertencia Malhoa, as figuras pitorescas do bairro da Mouraria
(as personagens que utilizo existiram realmente), fadistas da época,
tudo num ambiente de ameaça terrorista por parte da Carbonária
portuguesa. Note-se para a "pequena" História que a massa Carbonara
ganhou o nome a partir de aí.