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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O homem português e as estrangeiras

"...Palma voltou-se para Eusébio, e deu-lhe conselhos muito sérios sobre
os sistema de tratar espanholas. era necessário levá-las por bons modos;
por isso é que elas se pelavam por portugueses, porque lá em Espanha era
à bordoada..."
Eça de Queirós in "Os Maias"- 1888

Este texto é de uma actualidade flagrante. Hoje em dia é o que mais se
vê na sociedade portuguesa: Homens portugueses casados ou em
concubinagem com uma senhora estrangeira, muitas vezes depois de
fim de um casamento de muitos anos com com tradição lusitana.
A nacionalidade já não é a espanhola, outras vieram substitui-la. Mas o facto
é que o marido ou o amante português é apreciado fora das fronteiras.
Eça confirma-nos que afinal já e assim há séculos.
Seria no entanto interessante saber o que pensam as nossas lusitanas
disto tudo. Se calhar elas próprias se perguntam onde andam essas pérolas
raras, já que até agora a maioria delas ainda não lhes viu a ponta do bigode.

domingo, 28 de março de 2010

As raparigas vêm de Marte


Com os tempos que correm cada vez menos meninas provêm
de Vénus. Hoje em dia vejo as mulheres adquirir tão prontamente
alguns dos piores defeitos dos homens ao detrimento das qualidades
certas que as tornam tão eficientes ao mesmo tempo que
encantadoras, e fico desolado.
Oú sont les femmes???

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A guerra dos sexos

No princípio do século vinte, houve um movimento feminista
pseudo-científico que decretou de maneira "empírica" que as
diferenças entre os sexos eram demasiado evidentes para que
estes proviessem de um antepassado comum. Assim, enquanto
as mulheres, imberbes por natureza, vieram de um meio aquático
e tinham parentesco com os golfinhos, os homens descendiam
naturalmente dos macacos dos quais ostentavam o sistema piloso.
Um caso curioso é o da minha vizinha que vende na lota de Setúbal
e que tem aquele espaço entre o nariz e os lábios por vezes
alcunhado de "marca de Cupido", pudicamente ocultado por
uma penugem invasora. Será que descende de algum golfinho
do rio Sado mal barbeado?
A ilustração serviu para um livro de História.