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terça-feira, 31 de março de 2020

segunda-feira, 30 de março de 2020

domingo, 3 de abril de 2011

Eça e Ramalho

Uma prancha do álbum "O Fado ilustrado"onde acontece
um diálogo entre o Eça e o Ramalho na Lisboa do fim do século XIX.
O carro puxado a cavalos tinha a alcunha de americano e está muito
presente em toda a obra do Eça de Queirós.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Terramoto de 1755

O terramoto que arrasou Lisboa e arredores (cidades como Setúbal foram
parcialmente destruídas) ocorreu num dia 1 de Novembro. Muitos escritores
filosofaram sobre a causa divina do acontecimento, tais como Voltaire, a
perguntar a sempiterna pergunta: "porquê?". Quem leu Astérix já sabe que
os celtas tinham previsto que mais tarde ou mais cedo o céu acabaria por
ruir por cima de algumas cabeças; ao contrário dos Maias, deixaram no
entanto a data em aberto. Por sorte naquela altura tínhamos um Marquês
de Pombal e um Pina Manique para tratar da reconstrução da capital. Se fosse
hoje, é provável que o primeiro ministro apressasse a construção do TGV
para se poder pirar mais depressa antes dos primeiros calhaus cairem.
Bem, alguns já caíram mesmo : o "jamais, jamais-mariolino" e o
"manuelpinheiro- vai-tourear".
Pelo menos a partir do fim do século XVIII ficámos com avenidas largas e
novas que pareciam megalómanas na altura mas que hoje já parecem bem
razoáveis( O Sebastião sabia, tudo, tudo ,tudo) , e com expressões derivadas
directamente do terramoto tais como "rés vés Campo de Ourique" e
"estas paredes oitocentistas parecem papel! basta um pequeno abanão!"

terça-feira, 10 de agosto de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Cinema "o piolho"


Um dos cinemas mais populares da capital foi o Salão Lisboa, mais
conhecido pelo "piolho". O recinto foi aberto em 1916 e fez a alegria
dos amantes da sétima arte durante algumas décadas. Situado na
rua da Mouraria, foi um ícone lisboeta tanto pela sua popularidade
como pelas suas condições precárias. Muitas vezes chovia lá dentro
e os problemas técnicos durante as projecções já faziam parte do
folclore. O sistema de som falhava frequentemente e a plateia em
coro gritava para o operador na cabine gozando-lhe a corcunda:
"Ó marreco, olhó sonoro!"

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Domingo 9 - Feira do livro de Lisboa


Domingo 9 de maio vou estar no barracão da editora Plátano
durante o feira do livro de Lisboa. Levo uma caneta para o caso
em que alguém me queira presentear de um desenho.
A partir das 16h30.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Mercado de escravos em Lisboa


"Todos os anos vêm para Lisboa dos reinos
da Nigéria, dez a doze mil escravos além dos
que chegam da Mauritânia, da Índia e do Brasil,
cada um dos quais se vende por dez, vinte,
quarenta e cinquenta ducados de oiro"
Damião De Góis (1502-1574)

A ilustração foi tirada do álbum
"Camões- De vós não conhecido nem sonhado" (Ed. Plátano)

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Olissipo